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Misael Barros | Musicalidade em expansão
Por Vlad Rocha

imagem: Hugo Lacerda
O baterista pernambucano Misael Barros é mais um daqueles belos exemplos do meio musical que desde criança já definiram que fariam da música o seu ganha-pão. Mantendo sempre o foco na musicalidade e no conhecimento das origens de sua terra, Misael foi desenvolvendo suas habilidades e sua criatividade no kit, buscando sua voz. Atualmente residindo em Brasília (DF), Misael nos contou um pouco sobre sua carreira.   MD: Conte sobre seus primeiros contatos com o instrumento. Misael Barros: O primeiro acesso às peças da bateria foi numa bandinha de fanfarra na escola onde eu estudava quando garoto. Em um intervalo dos ensaios, o instrutor pediu para que alguns componentes da banda ficassem ao redor dele, que estava sentado em uma cadeira. Solicitou ao que tocava pratos que os juntasse e colocasse na horizontal — e assim sucessivamente, a caixa logo abaixo e centralizada, o surdo do lado direito e o bumbo no chão. A partir daí começou a simular um groove. Aquilo nunca mais saiu da minha cabeça. Depois de um tempo, tive meu primeiro contato com um kit de verdade na igreja da qual meus pais faziam parte, em Olinda (PE), onde havia um movimento musical forte, com muitos talentos. No fim dos ensaios do grupo, meio que escondido, eu dava um jeito de sentar ao kit e tentar fazer algo. Numa dessas tentativas, um dos integrantes me viu tocando e comentou com todos que eu levava jeito. E assim, de modo meio acanhado, passei a ter mais contato com o instrumento e a dar os primeiros passos em ensaios e pequenas apresentações com grupos da igreja. Depois veio o interesse de me aprofundar mais e estudar música, e pedi aos meus pais para entrar no conservatório. Eles não queriam que eu enveredasse pela carreira musical, mas já era tarde demais. Desde os 9, 10 anos de idade já sabia o que iria fazer pelo resto da minha vida.
Matéria completa na Revista Modern Drummer 159/Fevereiro de 2016.
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